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Anatomia Patológica

  • O que são os exames anátomo-patológicos?

    São os exames feitos quando retiramos pequenos fragmentos (biópsias), parte de órgãos ou órgãos inteiros (peças cirúrgicas) de nosso corpo para diagnóstico de doença.
    Os exames anátomo-patológicos do serviço Urologia Eliseu Denadai são realizados no Laboratório Laborclin (www.laborclinriopreto.com.br) em São José do Rio Preto, SP, sob a responsabilidade da Profa. Dra. Sueli Suzigan.

    E quem é a Dra. Sueli?

    A Profa. Dra. Sueli Suzigan, médica patologista, tem extenso currículo científico, com 117 trabalhos apresentados em congressos, dos quais 30 em Congressos Internacionais e 89 artigos publicados em periódicos. Destes, 56 em revistas internacionais e 6 na internet (apresentados em Congressos Virtuais de Patologia, na Espanha e em Cuba). Do total, 52% são trabalhos em patologia urológica, 36% em patologia experimental (biomaterais) e 12% em patologia geral (vide em Currículo Lattes, da Plataforma Lattes, CNPq: www.cnpq.br).
    Foi palestrante no XVII Congresso SLAP (Congresso Latino Americano de Patologia), na Argentina; no XXII Congresso SLAP, no Perú e no II “Intercontinental Congress of Pathology”, no Brasil, bem como moderadora em temas livres no “90th USCAP Meeting” (Congresso Norte-Americano e Canadense de Patologia) em Atlanta, USA e um dos coordenadores dos XXII, XXIII e XXIV Congressos Brasileiros de Patologia, na área de uropatologia.

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    Dra. Sueli (à esquerda) no Congresso Latino Americano de Patologia, no Perú.

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    Congressos Brasileiros de Patologia, em Salvador e Florianópolis.

    Atualmente a Dra. Sueli é Vice-Presidente Continental, setor América do Sul, da Sociedade Internacional de Patologia Urológica é a única brasileira a participar através de convite do Dr. J. K. Mostofi (renomado uropatologista do “Armed Forces Institute of Pathology” em Washington, USA, falecido em março de 2003), da redação do livro “Tumores de Bexiga” editado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 1999

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    Membros da Sociedade Internacional de Patologia Urológica (ISUP).

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    Dra. Sueli participando de reunião administrativa da ISUP em Chicago, USA.

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    A Profa. Dra. Sueli Suzigan e o livro da Organização Mundial da Saúde (OMS), sobre Tumores da Bexiga Urinária, onde é um dos autores.

    A Dra Sueli foi também um dos autores do novo Consenso Brasileiro em Tumores de Próstata editado pela Sociedade Brasileira de Urologia e denominado “Biópsia Prostática - Padronização”

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    Livro editado pela Sociedade Brasileira de Urologia em conjunto com o Colégio Brasileiro de Radiologia e a Sociedade Brasileira de Patologia.

    Bem como recém-participou em San Antonio, Texas, USA, da Conferência de Consenso da Sociedade Internacional de Patologia Urológica (ISUP) sobre a Graduação de Gleason, em Câncer de Próstata.

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    Patologistas de todas as partes do mundo, pertencentes à Sociedade Internacional de Patologia Urológica, durante do Consenso Internacional.

    A Dra. Sueli foi pioneira no Brasil na utilização de captura de imagens diretamente do microscópio para o computador, enviando estas imagens via internet, para os seus amigos patologistas deste e de outros países, na consulta de casos difíceis. Fato este que lhe tem possibilitado um diagnóstico anátomo-patológico mais preciso, em benefício dos pacientes deste serviço e sem custos adicionais para os mesmos.

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    Dra. Sueli e o sistema de captura de imagens.

    Para se manter atualizada em sua profissão a Dra. Sueli tem freqüentado a congressos internacionais em sua especialidade, como o abaixo, realizado no Japão

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    e realizado estágios em serviços internacionais como o abaixo, no IPATIMUP, Portugal, onde foi homenageada.

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    A Profa. Dra. Sueli Suzigan é professora da disciplina de Histologia, do departamento de Anatomia, na Faculdade Regional de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP), SP.
    Por seu currículo e didática, tem a aprovação e autorização do Conselho Federal de Educação (parecer do CFE de n° 639/82) e do Conselho Estadual de Educação (cadastro definitivo em 22/10/96) para exercer a sua atividade didática em qualquer estabelecimento de ensino superior no Brasil, em nível de graduação e pós-graduação.
    Atualmente, é responsável pelo serviço privado denominado Consultoria Histológica “Profa. Dra. Sueli Suzigan”, onde dá assessoria microscópica em trabalhos científicos, teses e publicações, e com especial interesse em uropatologia e em biomateriais.

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    Uropatologia: tumores renais examinados pela Dra. Sueli.

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    Fotos de lâminas em biomateriais tiradas no sistema de captura de imagens, feitas diretamente do microscópio para o computador.

Urodinâmica

  • O Que é?

    O exame urodinâmico consiste na avaliação funcional do trato urinário inferior (TUI), ou seja, avalia o funcionamento da bexiga e da uretra.
    O TUI tem duas funções diferentes: armazenar a urina sem permitir perdas e esvaziar-se totalmente sob nosso comando. Existem diversas doenças que podem afetar a fase de armazenamento, a fase de esvaziamento ou ambas.
    O TUI manifesta estas alterações através de dor, alteração do enchimento ou alteração do esvaziamento, qualquer que seja a origem do problema.
    O exame urodinâmico tem como objetivo reproduzir estes sintomas para o correto diagnóstico e orientação do tratamento

    Para Que Serve?

    O exame urodinâmico está indicado nos casos onde exista dificuldade para armazenar a urina ou para eliminá-la voluntariamente no momento adequado.
    As dificuldades de armazenamento podem se manifestar como dor ao enchimento vesical, pequena capacidade da bexiga obrigando a esvaziamentos freqüentes de pequenos volumes, urgência de esvaziamento vesical ou perda de urina involuntária diurna ou noturna.
    As alterações na micção podem se manifestar como jato urinário fino e fraco, necessidade de esforço abdominal para a micção ou sensação de esvaziamento incompleto da bexiga.
    As infecções urinárias de repetição podem ser devido a alterações na fase de armazenamento ou de esvaziamento.
    Estas alterações podem estar presentes nas crianças ou adultos de qualquer idade e de ambos os sexos, ficando a cargo do urologista avaliar a necessidade da realização deste exame.

    Como É Feito?

    O exame urodinâmico pode ser realizado em pacientes de ambos os sexos em qualquer idade, desde recém nascidos até idosos. Só não pode ser realizado na presença de infecção urinária, que deve ser tratada previamente.
    O paciente deve comparecer ao exame com a bexiga cheia. Inicia-se a avaliação com a micção em um fluxômetro, que mede o jato urinário.
    Após a micção coloca-se uma ou duas sondas (canudos), bastante finos e maleáveis, pela uretra até a bexiga, e outra no reto. Essa introdução é facilitada com o uso de pomada lubrificante anestésica.
    Após a introdução, aspiramos as sondas da bexiga para verificar se há urina não eliminada durante a micção (resíduo).
    Coloca-se então o paciente sentado ou em pé e enche-se a bexiga com soro através de uma das sondas enquanto a outra mede o comportamento da bexiga através de transdutores ligados a um computador que nos fornece os dados através de gráficos e números. Ao atingir a capacidade máxima da bexiga retiramos a sonda de infusão e o paciente urina com a outra sonda na bexiga para avaliarmos a fase miccional. Após a micção aspira-se novamente o resíduo de urina da bexiga. Este ciclo de enchimento e esvaziamento é repetido até obtermos todas as informações importantes para o caso.

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Ultrassonografia

  • Trato Urinário

    • Também chamado de Ultra-Som das Vias Urinárias ou do Trato Urinário.

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      O intuito deste exame é fazer a avaliação por meio de imagem dos rins e da bexiga, de uma forma direta e inofensiva ao paciente; pois, a emissão deste tipo de onda sonora não causa nenhum tipo de dano ao organismo.

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      Ao examinarmos os rins, teremos a possibilidade de visualizarmos nitidamente sua cápsula, sua estrutura funcional chamada de parênquima, assim como sua porção mais central e que nas imagens ultra-sonográficas aparecem "esbranquiçadas", denominada de bacinete. Pois bem, ao examinarmos os rins estaremos analisando a possibilidade de detectarmos algum tipo de problema em alguma dessas partes deste órgão, tais como:

      » cálculos;
      » dilatações;
      » infecções
      » tumores (malignos ou benignos).

      Já na bexiga urinária, para obtermos uma nítida visualização, necessitamos de uma repleção hídrica adequada, ou seja, o paciente precisa ingerir água suficiente para que a mesma possa se distender.
      Com isso, conseguimos obter imagens de suas paredes, da sua capacidade máxima de enchimento, dos meatos (que são os locais por onde desembocam os "canais" que trazem urina dos rins) e de sua capacidade de esvaziamento.

      Nos dias atuais o exame de Ultra-Som do Trato Urinário é uma excelente arma diagnóstica para ser usada em pacientes com queixas urinárias.

  • Transretal da Próstata

    • O exame de ultra-som da próstata pode ser realizado de duas maneiras:

      » Pela via abdominal: é o estudo mais simples, onde o médico examina o paciente apenas passando um aparelho na região inferior do abdômen. Através deste exame temos uma ótima visualização da bexiga e algumas informações da próstata e das vesículas seminais.

      » Pela via transretal: é o exame de imagem de eleição para próstata e vesículas seminais; pois, a glândula prostática está assentada na parede anterior do reto (porção do intestino grosso mais próxima do ânus).

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      O estudo é realizado introduzindo-se uma sonda de ultra-som pelo ânus do paciente, e para isto, é necessário um preparo adequado.
      Com esta sonda que emite ondas de altíssima freqüência, conseguimos obter imagens muito nítidas da próstata e das vesículas seminais, assim como podemos definir com precisão as suas medidas.
      Porém, a grande vantagem da realização deste exame, é pelo fato de podermos de detectar imagens suspeitas de câncer.
      Este estudo por via endoretal dura poucos minutos e é perfeitamente tolerado pelos pacientes, não necessitando de internação hospitalar, e faz parte da tríade de prevenção do câncer prostático (toque retal, dosagem de PSA e ultra-som transretal).

  • Escrotal

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      Sem dúvida este é o melhor, mais barato e o mais inofensivo exame para a nítida visualização do escroto e dos testículos.
      Através dele obtemos imagens que nos permitem analisar e diagnosticar com muita precisão doenças dos testículos, epidídimos e escroto. Estas doenças podem ser desde simples processos inflamatórios, a presença de líquido escrotal (hidrocele), varizes nos vasos dentro do escroto (varicocele) e principalmente tumores testiculares. Portanto, o Ultra-Som escrotal oferece diagnóstico muito seguro, através de uma maneira muito simples e totalmente inofensiva de realização.

Laboratório Clínico

  • Laborclin

Litotripsia Extracorpórea (LECO)

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    O cálculo renal ou “pedra nos rins” afeta cerca de 10% da população e pode trazer graves conseqüências à saúde.
    O avanço tecnológico permite tratar grande parte desta patologia com técnicas menos agressivas que as cirurgias convencionais. Um destes tratamentos é a litotripsia extracorpórea (LECO).

    A LECO é uma técnica não invasiva, sem corte e sem punção, para o tratamento de cálculos renais e ureterais por ondas de choque. Essas ondas são transmitidas ao cálculo, fragmentando em partículas menores que serão eliminadas através da urina, por via natural do trato urinário.

    As vantagens deste método são as seguintes:

    » procedimento ambulatorial (sem internação),
    » sem anestesia ou cortes,
    » reinício imediato das atividades após o procedimento

    Indicações:

    O cálculo menor que 2,0 cm constitui a indicação ideal para a LECO, obtendo-se eliminação completa dos fragmentos em um período de 30 dias, na maioria dos casos. Nos cálculos ureterais, os que se situam no terço superior do ureter tem melhor sucesso com esta técnica.

    Contra-indicações:

    As contra-indicações formais são distúrbios de coagulação, gravidez e estreitamentos do trato urinário.

    Complicações:

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    Após o procedimento pode ocorrer em alguma intensidade sintomas como febre, hematúria(sangue na urina) e cólica renal.

    Lembre-se sempre que a LECO é uma forma de tratamento, a indicação e controles posteriores deverão ser realizados pelo seu urologista.

Endoscopia Urológica

  • Com o avanço da tecnologia na área da física, em especial a óptica, surgiu a oportunidade da transformação de procedimentos cirúrgicos abertos em cirurgias minimamente invasivas, desenvolvendo-se, assim, a endoscopia. Na urologia originou uma subárea, sendo chamada de endourologia.

    Os procedimentos mais conhecidos são a uretroscopia, a cistoscopia, a ureteroscopia e a nefroscopia. Com estes podemos explorar todo o trato urinário pela via natural ou por mínimos orifícios, atuando no tratamento de cálculos, tumores e outras patologias.

    A recuperação pós-operatória outrora demorada, passou durar horas ou poucos dias.

    Dependendo da anatomia urológica a ser instrumentada existe um aparelho com características peculiares, que se adapta perfeitamente.

    A tecnologia não para, novos instrumentos são inventados e com os já existentes constantemente aperfeiçoados, quem ganha é a Urologia.


    Litotripsia a Laser


    Litotripsia Intracorpórea


    Tumor de Bexiga


    Tumor Ureteral


    Estenose Uretral


    Uretra Prostática


    Uretrotomia Interna


    Cistoscopia


    Nefroscopia Flexível


    Aparelhos Modernos


    Calculo Vesical


    Centro Cirurgico Equipado

Biópsia Prostática

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    Biópsia prostática guiada por US transretal é o exame fundamental para o diagnóstico correto do câncer de próstata.

    Através da biópsia conseguem-se fragmentos para uma análise histológica do tecido prostático; o que é um pré-requisito essencial para o planejamento terapêutico do câncer de próstata.

    Trata-se de um exame realizado em caráter ambulatorial e indolor, que requer um preparo como é abaixo mencionado:

    Preparo:

    a) No dia anterior:
    » Ingerir 2 (dois) comprimidos de Luftal após o café da manhã e após o almoço;
    » Refeições com dieta leve;
    » Ingerir antibiótico pre receitado pelo médico.

    b) No dia da biópsia:
    » Realizar Fleet enema às 7 horas da manhã;
    » Comparecer no local da biópsia com 30 minutos de antecedência do horário marcado.

    Observações:

    » Avise o médico ultrasonografista caso tenha algum distúrbio de coagulação sanguínea;
    » Caso utilize um dos medicamentos abaixo, eles devem ser suspensos por 7 dias antes da realização da biópsia; porém antes de suspendê-los comunique-se com seu médico: Ácido acetilsalicílico, AAS, Aceticil, Acetin, Alca-Seltzer, Alidor, Aspi-C, Aspirina, Aspirisan, Aspisin, Atagripe, Besaprin, Buferin, CAAS, Cefunk, Cheracap, Cibalena, Clexane, Coristina, Doloxene, Doril, Ecasil, Endosalil, Engov,Fielon, Heparina, Hirudoid, Intra Acetil, Liquemine, Marcomar, Marevan, Melhoral, Migral, Migrane,Persantin, Piralgina, Procor,Rectocetil, Ronal, Sedagripe, Somalgin, Sonrisal, Superhist ou Veafarm.

    Complicações:

    A principal complicação da biópsia prostática é o sangramento, seja ele: urinário (20%), no esperma (5%) ou pelas fezes (10%). Outra complicação é a infecção, apesar do uso de antibiótico de rotina.

    Em caso de complicações (febre ou sangramento persistente), entre em contato com seu médico.

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